Projeto com crochê promove inclusão e geração de renda para mulheres no Complexo Social de Maringá 31/03/2025 - 17:13

Neste sábado (29), o Complexo Social de Maringá, da Polícia Penal do Paraná (PPPR), em parceria com o Conselho da Comunidade de Maringá, realizou uma atividade especial em alusão ao mês da mulher. O evento foi direcionado às monitoradas, egressas e prestadoras de serviços atendidas pelo complexo e contou com uma programação diversificada, incluindo distribuição de prêmios, atividades para crianças e orientações sobre monitoramento eletrônico.

Uma das principais iniciativas do encontro foi a oficina do projeto ‘Loucos por Crochê’, criado em 2018 para atender a demanda de clientes da empresa Barbantes Cianorte. Com o tempo, o projeto expandiu sua atuação para escolas, associações, penitenciárias e clínicas de reabilitação. O curso tem como objetivo estimular habilidades motoras, fortalecer o bem-estar psicológico e aumentar a autoestima das participantes. Além disso, o aprendizado do crochê pode representar uma oportunidade de geração de renda, permitindo que as mulheres desenvolvam um trabalho manual que pode beneficiar tanto suas famílias quanto sua autonomia financeira.

O coordenador regional da Polícia Penal em Maringá, Júlio César Vicente Franco, destacou a importância da iniciativa. “A reinserção social dessas mulheres passa por oportunidades concretas de aprendizado e autonomia. Projetos como esse são essenciais para que possam reconstruir suas trajetórias com dignidade e perspectivas de um futuro melhor”, afirmou.

A assistente social Helena Maria Ramos dos Santos, supervisora do Serviço Social no projeto do Núcleo de Atenção a Pessoas Monitoradas (NUPEM), também ressaltou a relevância do evento para as mulheres atendidas. “É uma troca de saberes entre elas. Houve um direcionamento para que compreendessem o que é o crochê e sua importância, especialmente como uma alternativa de geração de renda. O aprendizado desse ofício permite que elas possam tanto produzir para suas famílias quanto obter uma fonte de sustento adicional”, explicou Helena.

O coordenador do Complexo Social de Maringá, José Paulo Viana da Silva, destacou o impacto transformador da iniciativa. “Essa ação vai muito além do ensino do crochê. Ela representa um novo começo para muitas dessas mulheres, oferecendo não apenas capacitação, mas também esperança e pertencimento. É gratificante ver o envolvimento e a dedicação de cada uma delas”, enfatizou.

A parceria com a empresa Barbantes Cianorte foi fundamental para o sucesso da oficina. De forma voluntária, a empresa esteve presente no evento e ministrou a atividade, compartilhando experiências e técnicas com as participantes.

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